domingo, 24 de abril de 2011

Pedro Gabriel Lanza Reis, isto é pra ti !

Seria errado dizer que não te amo, dizer que não
te quero, dizer que não fantasio com os teus lábios
a moverem - se sobre os meus, com as tuas mãos
a percorrerem - me. Mentiria se dissesse que 
não sonho com o teu olhar penetrante sobre mim, dia
após dia. Quero sentir - te, abraçar - te sem ser julgada,
quero beijar - te e chamar - te meu. Quero a tua
mão na minha e o céu abstracto a sorrir pra mim,
quero que esse mesmo céu ilumine os nossos passos
imperfeitos conjugados de forma surreal. Sim somos
sureais, não quero amar - te. Desculpa se não sou o
o que queres, se não sou o que procuras, se não sou
perfeita. Lamento. Tudo em ti me fascina, como se
fosses antídoto da mais rara doença, e eu preciso da
cura. Prova que não és a perfeição mais imperfeita
que eu procuro, aí eu juro, deixar - te, por mais tene - 
broso que isso me pareça. Tenho medo de te perder
sem nunca te ter . Deves achar - me devassa por mos-
trar tal sentimento por ti sem te dirigir uma palavr. Na
verdade preferia não te amar, preferia ser a pessoa
que passa ao lado sem ter o mínimo interesse por ti,
lamento uma vez mais, não sei me controlar. Sei que
devia mais não consigo. Porque brincas comigo desta
forma? Porque não alguém mais simples e menos 
abstracto? Como se eu não fosse abstracto o sufi - 
ciente por dois numa relação. Somos o oposto
mais igual que alguma vez pude observar, somos
a prova da imperfeição mais surreal, somos
o futuro imperfeito que eu quero torna real.

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